Com raízes que remontam a 1895, a Alfredo Moreira da Silva é uma empresa familiar dedicada à produção de árvores e plantas ornamentais. Actualmente na sexta geração, desenvolvemos a nossa actividade a partir de três viveiros localizados em Coimbra, mantendo o rigor, o conhecimento técnico e a dedicação que definem mais de 130 anos de ligação à terra.
Fundada em 1895, no Porto, por Alfredo Moreira da Silva, a empresa nasceu de um pequeno estabelecimento e da ambição de conquistar um lugar de destaque nos mercados da arboricultura e floricultura. Com conhecimento técnico adquirido nas mais prestigiadas casas da especialidade e uma forte ética de trabalho, o fundador rapidamente transformou o negócio numa referência nacional do sector.
Ao longo do século XX, a empresa expandiu a sua actividade, desenvolveu novos viveiros e envolveu sucessivas gerações da família. A qualidade da produção e a consistência do trabalho permitiram conquistar reconhecimento além-fronteiras, levando plantas e árvores portuguesas a diversos mercados internacionais exigentes.
Hoje, mais de um século depois da sua fundação, a Alfredo Moreira da Silva mantém viva a herança do seu fundador. Com três viveiros em Coimbra, continuamos a produzir com o mesmo compromisso de qualidade, responsabilidade e respeito pela natureza, adaptando a experiência acumulada às exigências actuais do sector.
A nossa produção está organizada em dois sistemas principais: produção em vaso e produção em campo (torrão).
Cada sistema segue procedimentos técnicos específicos, definidos em função da espécie, do calibre e do tipo de fornecimento.
Os vídeos abaixo documentam as diferentes fases operacionais, desde o envasamento até à preparação para expedição.
O envasamento é realizado através de linha mecanizada, permitindo uniformidade no volume de substrato e regularidade no processo de plantação.
Após o envasamento, os vasos são distribuídos e organizados, garantindo espaçamento adequado e uniformidade no lote.
Esta fase permite otimizar o desenvolvimento das plantas, facilitar a manutenção e assegurar um controlo mais eficaz da produção.
Transporte com carinhos CC garante transporte mais eficiente das plantas.
Máquina especializada executa o corte periférico do sistema radicular, definindo o diâmetro do torrão de acordo com o calibre da árvore.Este processo assegura uniformidade dimensional e preservação da estrutura radicular.
O torrão é envolvido em serapilheira (juta) natural para manter a consistência do torrão e proteger o sistema radicular durante o manuseamento e transporte.
É aplicada rede metálica sobre o torrão envolvido em juta, reforçando a estabilidade estrutural.
Quando a árvore estiver colocada na cova de plantação, apenas o arame tensor junto à base do tronco deve ser cortado e ligeiramente aberto.
De acordo com a norma DIN 18916, os dois nós do pano de serapilheira do torrão devem igualmente ser cortados. O pano e o cesto devem ser apenas ligeiramente abertos.
Não deve ser removido mais nenhum elemento. O cesto de arame e a serapilheira degradam-se naturalmente no solo ao longo dos anos, quando a plantação é corretamente executada.
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