21 -March -2019
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Intelectual de pacotilha

Na era da pós-verdade, em que a realidade tem muito menos importância do que as crenças pessoais de alguns pseudointelectuais, criadores da ditadura do “politicamente correto”, sobressai a estupidificação através da palavra proferida pelo intelectual de pacotilha, que finge não ver nem ouvir ficando indiferente ao que se passa à sua volta.

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Sampaio e Cavaco revelaram-se. Finalmente!

Em Portugal, parece que se tornou moda a edição de biografias de ex-Presidentes da República. Talvez porque os seus autores pensavam que as suas biografias poderiam servir de higiene e alívio às suas consciências pesadas, originadas pelas culpas acumuladas ao longo do tempo que exerceram a mais alta magistratura da nação. Sampaio e Cavaco revelaram-se. Finalmente!

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Respostas sociais de excelência

O Estado português deveria assumir por inteiro, a responsabilidade da proteção dos cidadãos mais frágeis da sociedade, principalmente os mais idosos, pois as pessoas pagam os seus impostos, na expetativa de virem a ser protegidos, quando chegarem a uma idade mais avançada. Lamentavelmente, as diferentes governações do país têm privilegiado mais a juventude em detrimento da velhice. 

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A criatura maquiavélica

Quando Nicolau Maquiavel, um estadista, historiador, diplomata, poeta e músico de origem florentina, escreveu em 1513 “O Príncipe”, provavelmente, nunca imaginou que viria a ser considerado, pelos críticos e historiadores, o fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo facto de ter escrito sobre o Estado e o governo, como realmente são e não como deveriam ser. Até foi criado o conceito de uma pessoa maquiavélica, criado a partir do seu nome, que significa aquela pessoa astuta, maldosa, que age sem escrúpulos, unicamente para atingir os seus fins.

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Um socialista xenófobo, racista e mentiroso

Embora seja um assunto rebuscado, nunca é demais voltar a escrever-se sobre o triste caso “Dijsselbloem”, o político holandês que teve a desfaçatez de fazer afirmações disparatadas. Em bom rigor, o que este político afirmou, numa entrevista ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine, foi que “eu não posso gastar o meu dinheiro todo em aguardente e mulheres e pedir-lhe de seguida a sua ajuda”, só que em política, o que parece é, e o que vai ficar para a história é que afirmou “não se pode gastar o dinheiro todo em copos e mulheres e depois pedir ajuda”. 

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