23 -October -2017
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Bitaite pós-moderno

Este ano não vamos ter a “silly season” (época de escassez de notícias), porque não vai ser possível o abrandamento da atividade política, em virtude de estar próxima a data das eleições autárquicas e não consentir que os políticos gozem as suas férias nem permitir que possam ir a banhos, a não ser para fazerem umas pequenas incursões pelas nossas praias, para fazerem campanha. Os políticos já se encontram na estrada a propagandearem as suas propostas, pois o ato eleitoral é no próximo dia 1 de outubro, que é já ali ao virar da esquina.

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António Costa e as suas matreirices

O homem que está ao leme da governação do país é um político profissional com uma longa história nos meandros do poder e no partido que milita desde a adolescência. Foi na juventude partidária que aprendeu a arte da guerrilha, a manipulação de factos, o uso de trocadilhos na comunicação, as retiradas estratégicas e o abuso de truques de marketing político, que o leva a afirmar que o mérito é seu quando as coisas correm bem, mas a culpa é dos outros ou do seu antecessor quando as coisas correm mal.

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“Galpada” no governo

Em 2013 foi aprovado o regime que criou a contribuição extraordinária sobre o setor energético (CESE). Como está na Lei n.º 83-C/2013, de 31 de dezembro, esta contribuição tem por objetivo financiar mecanismos que promovam a sustentabilidade sistémica do setor energético, através da constituição de um fundo que visa contribuir para a redução da dívida tarifária e para o financiamento de políticas sociais e ambientais do setor.

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Por qué no te vas Nicolás?

É uma mistura emaranhada de sentimentos que nos envolve e nos aperta o coração, quando os nossos sentidos se deslocam para o outro lado do Atlântico e atracam na América do Sul, num país destroçado e à deriva, de seu nome Venezuela. Este país já foi uma potência económica, mas a péssima administração do regime “chavista” levou-o ao declínio.

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Uma verdadeira “boyada”

A expressão inglesa “jobs for the boys” está muito enraizada no léxico da política portuguesa, pois revela uma prática recorrente na distribuição de empregos pelos militantes e simpatizantes que tão afincadamente, ou não, trabalharam no terreno, para que o seu partido se guindasse ao poder. Infelizmente, a competência para o exercício do cargo é na maior parte das vezes secundarizada ou propositadamente escondida.

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