06 -August -2020
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Afinal não se virou a página da austeridade

Já lá vão mais de 4 anos que o atual primeiro-ministro António Costa afirmou vaidosamente, que foi o governo PS (leia-se governo da “geringonça”) que virou a página da austeridade. Numa entrevista recente, António Costa (um mestre das artes circenses) afirmou mais uma vez, com o desplante que o caracteriza, que foi virada a página da austeridade.

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Os portugueses não são racistas nem xenófobos

Sem grandes recursos humanos e financeiros, Portugal deu novos mundos ao mundo e construiu um império, sem ter necessidade de escorraçar as populações indígenas nem criar qualquer tipo de apartheid, como fizeram outros povos europeus. Os nossos antepassados atravessaram oceanos e rumaram às Américas, a África e à Asia integrando-se naturalmente nas comunidades locais, como ainda hoje fazem os nossos compatriotas espalhados pelo mundo, que respeitam as pessoas, a cultura e as leis locais.

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O voto reativo está a ser muito utilizado

Os mecanismos que estão por trás da escolha de um eleitor são cada vez mais estudados pela Ciência Política e estão identificados diversos tipos de voto, que vão desde o voto ideológico até ao voto estratégico. Nos últimos tempos, em todo o mundo, tem sido utilizado pelos eleitores o voto reativo, que se tem intrometido e até desviado muitos votos ao voto ideológico, mesmo em partidos que pensavam ter como seguro o seu eleitorado e também por isso é que os partidos extremistas se têm agigantado.

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A arrogância do poder

O arrogante quando sentado na cadeira do poder age como um asno tresmalhado que pensa ser melhor que os outros e maior que o infinito e até chega a pensar que um deus qualquer se incorporou nele. Aquele que usa a arrogância para espezinhar e achincalhar o seu opositor é um ser ridículo, prepotente, vingativo e egocêntrico, que reflete um complexo patológico.

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A direita em Portugal que se cuide

A esquerda quando posiciona o seu discurso ao centro, quase sempre ganha as eleições, pois os partidos da direita também têm a tendência de se posicionarem ao centro, só que lhes falta o apoio forte da comunicação social que lhes é hostil, mas com a esquerda é simpática e camarada. Os partidos da direita devem assumir a sua identidade e não se posicionarem ao centro, para evitar abrir caminho a novos partidos e estancar a fragmentação do espectro político à direita, como aconteceu nas últimas eleições legislativas.

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