16 -December -2019
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Não há que ter medo da liberdade de expressão

Quanto mais culta e evoluída for uma sociedade, um país, uma nação, menos portas se abrirão para os extremismos patéticos e para as intolerâncias bacocas, que minam a democracia e a liberdade. Em Portugal, um país de brandos costumes, os extremismos têm um significado eleitoral muito residual, excetuando os bloquistas que engordaram com o emagrecimento dos socialistas, só que estão de novo a definhar.

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O meu pedido de Natal: uma estratégia de combate à pobreza

A pobreza é um fenómeno multidimensional, que atinge números verdadeiramente pornográficos, pois existem mais de 2.000 milhões de pessoas em todo o mundo, que são considerados pobres. Infelizmente, estes números têm vindo a aumentar com o agravamento de indicadores sociais e de saúde, principalmente em países que possuem uma economia subdesenvolvida ou em desenvolvimento.

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Atitude positiva é o gatilho para o entusiasmo

A diferença fundamental entre o possível e o impossível, entre um dia mau e um dia bom, entre uma vida ociosa e uma vida feliz, entre o amor e o ódio, entre os obstáculos e as oportunidades, entre a inteligência e a estupidez, entre ganhar e perder é a nossa atitude perante os factos, com que a vida nos presenteia a cada instante. Acreditar é importante, mas ter atitude é o que faz a diferença.

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Costa, o verdadeiro artista

Nesta época é habitual escolher um português, como a figura que se destacou ao longo do ano que agora termina. Não vou fugir à regra, pois vou escolher, não a figura, mas o “figurão” do ano e vou tentar explicar o porquê desta escolha, que não mereceu qualquer tipo de dúvida. Foi uma escolha criteriosa e bem ponderada.

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Socialistas que deviam envergonhar qualquer socialista

Os socialistas portugueses, que pregam a igualdade, a solidariedade, a ética e a moral, nos sermões comicieiros e nos anais e tratados políticos que alimentam a sua ideologia e a sua clientela, de quando em vez são surpreendidos, ou nem por isso, por figuras pouco gratas, que nascem e crescem como cogumelos “mágicos”, pelas bandas do “Largo do Rato”. Esses “figurões” são protagonistas de notícias que aparecem nas primeiras páginas dos jornais, quase sempre pelos piores motivos.

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