19 -September -2018
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A Catalunha e as vanguardas

As ruas da Catalunha têm-se enchido de milhares e milhares de pessoas empunhando bandeiras amarelas e vermelhas e transportando dentro de si, no seu peito ofegante e cansado de tanto lutar, um sonho antigo de serem catalães por inteiro, de terem a autonomia total, de verem a sua Catalunha completamente independente e livre do domínio espanhol. É um sonho muito antigo que não morreu e que veio até aos dias de hoje, porque é uma nação, se for considerada a sua história, cultura, língua própria e até direito civil.

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Maroscas socratinas

O antigo primeiro-ministro José Sócrates, já tem o seu lugar assegurado na história de Portugal, por ter sido o pior primeiro-ministro que o país teve em democracia pós-25 de abril, pois levou o país à bancarrota e deixou aos portugueses um presente envenenado e um futuro hipotecado (foi ele que chamou a «troika» para ajudar a “arrumar a casa”). Também foi o político e governante que se meteu em mais trapalhadas e se envolveu no maior número de trapaças - antes, durante e depois da sua governação.

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Assim se cumpre Abril

Marchando ao som ritmado de cantigas transmitidas através da rádio, os militares saíram das casernas para serem os atores principais do golpe militar de 25 de abril de 1974, que derrubou o regime político autoritário do Estado Novo que vigorou no país durante 41 anos. Foram militares dos vários ramos que devolveram a liberdade ao país, como também foram militares, através de um pronunciamento de cariz nacionalista e antiparlamentar, que derrubaram em 1926 a Primeira República e abriu as portas à ditadura implantada em 1933.

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Glória aos vencedores e honra aos vencidos

Desde o dia 25 de abril de 1974 até ao dia 1 de outubro de 2017, decorreram mais de 43 anos e os portugueses foram chamados a votar livremente, por 44 vezes em diversos atos eleitorais, 11 das quais em eleições autárquicas. Em eleições livres e democráticas, os votos depositados por cada cidadão eleitor na urna são emprestados aos candidatos que concorreram às eleições e foram eleitos, com a obrigatoriedade de gerirem o melhor possível esse voto, no período e no cargo que vão exercer ao longo do mandato. 

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O trilema das autárquicas

Aproxima-se o dia em que os cidadãos vão ser mais uma vez convidados a exercer o seu direito de voto, que é um direito pessoal, direto, secreto, presencial e universal, mas também é um dever cívico significativo, pois assenta numa considerável responsabilidade de cidadania. No próximo dia 1 de outubro, os portugueses vão ser solicitados a colocar uma cruz no boletim de voto, neste caso em dose tripla – câmara municipal, assembleia municipal e assembleia de freguesia.

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