17 -December -2017
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Inverdades

Na língua portuguesa, como língua viva que é, aparecem de vez em quando algumas inovações linguísticas, como as palavras que surgiram, com a democratização das novas tecnologias, mas também com a dinâmica da política que originou a necessidade de uma nova palavra, para suavizar um conceito já existente (mentira). Foi assim que surgiu uma nova palavra (inverdade).

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Ainda é «chique» ser de esquerda?

Já caminhamos para o final da segunda década do século XXI, mas ainda existem muitas pessoas no nosso país, que continuam a tentar vender uma imagem que não é a sua. Já vem do tempo em que o «cravo vermelho ao peito» ficava bem e continuam sem coragem para mudar, mesmo estando na sua essência que são o oposto daquilo que querem mostrar ser. Obviamente, essas pessoas não são sinceras nas suas crenças e, por isso, tudo ou quase tudo que fazem ou dizem cheira a fingido. É um fingimento tremendo!

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E se a Trofa construir uma «geringonça»?

Já há muito tempo que começou a pré-campanha eleitoral para as eleições autárquicas, que se vão realizar no último trimestre deste ano de 2017, mas obviamente a estratégia, os programas e também os candidatos só serão revelados lá mais para diante. É a confirmação do ditado popular: «o segredo é a alma do negócio».

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A democracia precisa de ser regenerada

Os dois terramotos políticos recentes (Brexit, o votos dos britânicos para deixar a União Europeia e a eleição de Donald Trump, como Presidente dos Estados Unidos da América) vieram colocar de novo na ordem do dia, a discussão sobre a democracia e as alternativas possíveis. É uma discussão que já vem do tempo da Grécia Antiga e, com alguma periodicidade, esta temática é colocada em debate, só que não tem existido propostas de alterações significativas.

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Um país do «faz-de-conta»

São tantos os eleitos para cargos públicos que enriquecem, e continuam e enriquecer à custa do erário público, à custa da corrupção, e continua-se no «faz-de-conta» que nada se passa continuando a emprestar-lhes o voto e a considerá-los pessoas integras, inteligentes e honradas. Até são defendidos pelos seus eleitores que lhes emprestaram o seu voto, como não querendo saber da realidade, muito menos da habilidade que esses políticos tiveram para engordar as suas contas bancárias. 

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