23 -October -2017
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E se a Trofa construir uma «geringonça»?

Já há muito tempo que começou a pré-campanha eleitoral para as eleições autárquicas, que se vão realizar no último trimestre deste ano de 2017, mas obviamente a estratégia, os programas e também os candidatos só serão revelados lá mais para diante. É a confirmação do ditado popular: «o segredo é a alma do negócio».

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Um país do «faz-de-conta»

São tantos os eleitos para cargos públicos que enriquecem, e continuam e enriquecer à custa do erário público, à custa da corrupção, e continua-se no «faz-de-conta» que nada se passa continuando a emprestar-lhes o voto e a considerá-los pessoas integras, inteligentes e honradas. Até são defendidos pelos seus eleitores que lhes emprestaram o seu voto, como não querendo saber da realidade, muito menos da habilidade que esses políticos tiveram para engordar as suas contas bancárias. 

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Algumas maleitas do nosso país

Um país como Portugal, que tem tudo para «surfar» nas ondas do sucesso está permanentemente em dificuldade, exceto em épocas curtas e muito raras da sua história, em que o êxito bateu à nossa porta e deixamo-lo entrar, só que da mesma forma como veio também se esfumou num ápice. Infelizmente, para os portugueses e para Portugal!

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Ele continua a andar por aí...

Já lá vão quase cinco anos que deixou de ser primeiro-ministro, provavelmente o pior primeiro-ministro que Portugal teve em quarenta anos de democracia, depois de Vasco Gonçalves, mas tem estado sempre na ribalta, mesmo com os imensos acontecimentos graves em que esteve envolvido e que, em muitos deles passou por entre os pingos da chuva, sem se molhar. Já há muito tempo que deveria ter sido incriminado e punido exemplarmente, em termos políticos e judiciais.

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Mais um insulto à Trofa e aos trofenses

Por menos de dois quilómetros vão gastar mais de 215 milhões de euros. Não! Não é o valor de um poço de petróleo ou de uma mina de diamantes, com a profundidade de 2 quilómetros, mas apenas o custo de duas estações e o prolongamento de menos de dois quilómetros, da linha amarela do Metropolitano de Lisboa. Quando o governo tem de decidir qualquer obra para a capital, o dinheiro nunca é um problema, mesmo que o custo tenha de ser distribuído por todos os portugueses. 

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