Políticas excecionais exigem políticos excecionais!
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Neste momento, em que os portugueses são chamados mais uma vez a votar, a primeira reflexão que tem de ser feita é à volta do que o governo fez, do que deixou de fazer e do que terá de ser feito nos próximos tempos. É para isso que servem as eleições; para julgar a governação com liberdade, inteligência e sem qualquer sofisma. Sempre na convicção de que o voto não tem dono.
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Mais do mesmo? Não, obrigado!
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Sempre que há eleições, os candidatos que pretendem o nosso voto, dizem sempre a mesma frase, que também já se começou a ouvir nesta campanha eleitoral: «estas eleições são as mais importantes de sempre». É verdade que estas eleições, são as mais importantes de sempre, não só pela situação em que o País se encontra, mas também pelo futuro de Portugal.
Ou mudar de lugar ou de paradigma de governantes
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A estratégia de um país é um farol, ou um fio condutor, que deve orientar um povo e os responsáveis pelo poder político, que têm o compromisso de garantir e assegurar a estabilidade social, o crescimento económico e a independência nacional. Mas, o sucesso de um país, está sempre dependente do rumo, da forma, do projeto e da adesão nacional.
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Câmaras Municipais falidas
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O País está dividido em Municípios, que têm origem na organização política criada pelos romanos, tendo-se mantido ao longo dos séculos como as estruturas básicas de organização local das populações. Talvez a divisão administrativa mais consistente e tradicional do País seja a municipal.
Uma solução para Portugal: precisa-se!
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A instabilidade governativa, que tem assolado o nosso País ao longo das mais de três décadas de democracia, tem sido uma constante que é preciso eliminar da nossa vivência democrática, se quisermos ter um futuro menos hipotecado. Não se pode estar, permanentemente, em atos eleitorais para se escolher os nossos governantes.
