17 -December -2017
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Viver a vida no amor e não no terror

Matar pessoas é a única vontade dos jihadistas do Daesh, dos terroristas islâmicos, que tentam espalhar a desordem e o medo por todo o mundo. Como a sua capacidade está a ficar cada vez mais debilitada, em virtude dos ataques eficazes, de que têm sido alvo as suas bases principais, na Siria e no Iraque, o método que estes assassinos têm vindo a utilizar são cada vez mais diversificados.

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As eleições, os partidos e os cidadãos

O poder local é considerado, muito justamente, o poder de proximidade, pois é a «primeira porta» que o cidadão vai bater, quando tem um problema para ser resolvido pelo poder político. É no próximo dia 1 de outubro do corrente ano, que os portugueses vão pela décima-segunda vez, desde a implantação da democracia em 1974, exercer o seu direito de voto em eleições autárquicas e escolher os seus representantes no poder local (câmara municipal, assembleia municipal, junta de freguesia, assembleia de freguesia).

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A humilhação e os insultos à Trofa continuam

O prolongamento da linha do metro de superfície, do ISMAI até à Trofa (prometido há quase duas décadas), infelizmente tem sido um assunto recorrente. É preciso recordar mais uma vez, que uma parte significativa dos trofenses ficou sem o seu meio de transporte tradicional, o comboio que tinham desde 1932 e foi desativado no longínquo ano de 2002, com a promessa de ser construído em quatro anos o metro de superfície, aproveitando o canal existente. Promessa nunca cumprida!

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Salvador da Pátria

O furacão Salvador, que se localizou no centro de Exposições de Kiev, na Ucrânia, e atingiu em cheio o Festival Eurovisão da Canção 2017 foi provocado pela canção portuguesa “Amar pelos dois”, que arrasou toda a concorrência, com uma votação histórica. Esta cantiga ternurenta que prima por uma enorme simplicidade originou um forte vendaval de emoções em Portugal, mas depressa se desenvolveu por toda a Europa e se alastrou a uma escala quase planetária.

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Intelectual de pacotilha

Na era da pós-verdade, em que a realidade tem muito menos importância do que as crenças pessoais de alguns pseudointelectuais, criadores da ditadura do “politicamente correto”, sobressai a estupidificação através da palavra proferida pelo intelectual de pacotilha, que finge não ver nem ouvir ficando indiferente ao que se passa à sua volta.

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