15 -November -2018
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Faça acontecer o fim da crise em Portugal

 

A grave situação de crise, que nos “bateu à porta”, pode ser, senão debelada na totalidade, pelo menos atenuada significativamente, se todos começarmos a interiorizar, para depois praticar, o conceito de cidadania. O antigo Presidente dos EUA, John F. Kennedy, disse um dia: "Não perguntes o que o teu País pode fazer por ti; pergunta o que podes fazer pelo teu País”.

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Portugal e a crise (não global)

A crise financeira, que abalou o mundo, não atingiu todos os países por igual. Mesmo na Europa a crise não é global. Os países com economias mais débeis, e que não tiveram critérios rigorosos de endividamento, foram os que mais sofreram, e continuam a sofrer. Portugal andou a endividar-se à média de um milhão de euros por hora nos últimos dez anos. Também por isso a crise “bateu” forte em Portugal

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A força da Verdade e a força da Esperança

Pela primeira vez, na história da democracia portuguesa, um Governo saído de eleições não vai poder usufruir do «estado de graça», que normalmente é concedido para se instalar, ambientar e começar a trabalhar. A urgência exigida para a implementação das medidas, que o Memorando assinado com o FMI, o BCE e a UE, que - recorde-se – foi, ainda que de um modo indireto, aceite por 78% dos eleitores (PSD, PS e CDS/PP), não se compadece com a lentidão tradicional da governação, semelhante à lassidão do paquiderme.

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Somos «lixo». E agora?

Foi um escândalo quando uma das três agências de “rating” norte-americanas, a Moddy's, cortou em quatro níveis a notação de Portugal, descendo de “Baa1” para “Ba2” e desceu também a dívida de curto prazo de Portugal para “Not prime”, o nível equivalente a “lixo” na dívida de longo prazo, Esta avaliação, fortemente penalizadora, mantém-se com perspetivas negativas, o que quer dizer que podem seguir-se, em breve, novas atualizações em baixa (“downgrades”) à nota do País.

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E agora, Pedro e Paulo?

As eleições legislativas do passado dia 5 de junho, que ditaram uma derrota expressiva de José Sócrates (que grande “artistão” a fazer sementeira para as próximas eleições presidenciais) e de Francisco Louçã e uma vitória significativa de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, poderão ter aberto um novo ciclo na vida política portuguesa, um ciclo de transparência, rigor e esperança. A exemplo do que tem ocorrido na Europa.

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