15 -November -2018
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Desemprego: uma calamidade nacional

 

O país já passou por muitas e variadas dificuldades ao longo da sua história, - guerras, peste negra, ditaduras, instabilidade política -, mas nada semelhante à atual crise que os portugueses estão a viver, nesta segunda década do século XXI. Mais de um milhão de portugueses, vive uma vida sem precedentes. A taxa de desemprego em Portugal continua, imparável, a bater recordes.

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Envelhecimento ativo: uma necessidade iminente

 

A Europa está cada vez mais envelhecida, e com isso os sistemas de saúde, o mercado de trabalho e o nível de vida após a reforma, terão que ser questionados desde já. Em 2060, a população europeia em idade ativa irá diminuir, enquanto a população idosa continuará a aumentar a um ritmo de dois milhões por ano.Nesse ano, não tão longínquo para a juventude atual, poderá existir um idoso para cada duas pessoas em idade ativa. Os jovens de hoje serão os idosos no ano 2060.

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Cuidado!?! Ele anda por aí

 

No mundo global em que vivemos é óbvio que tudo se interliga. A grave crise que o nosso país está a viver também se pode interligar com a crise económica e financeira mundial. Mas, não foi só a globalização e a crise internacional. Se tivéssemos tido governantes competentes e honestos, a crise não teria chegado ao ponto a que chegou. Atualmente, existe uma campanha poderosa para fazer esquecer os verdadeiros culpados da dimensão da nossa crise. Não nos devemos deixar «anestesiar», até porque não foi assim há tanto tempo que nos meteram neste «aterro» em que nos encontramos.

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O Norte a definhar e Lisboa a gastar

 

A região Norte tão próspera num passado recente, era a região que mais contribua para as exportações e para a riqueza do País, está cada vez mais a definhar, com o beneplácito e o “empurrão” de Lisboa, que desvia constantemente fundos de outras regiões, para o seu próprio progresso, sem ter em conta o desenvolvimento harmonioso do País. Assim se desenvolve uma capital cada vez mais centralista e macrocéfala.

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O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

 

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

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