15 -November -2018
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O povo português, que tem uma cultura multissecular e uma identidade muito própria e muito forte, tem a escorrer nas suas veias a tristeza do fado e na sua génese a simplicidade e humildade dos corajosos. É um povo habituado a chorar, mas também a lutar por valores de elevação, como a proteção de toda a vida humana. Talvez por isso, Portugal teve a coragem memorável e histórica de ser um dos primeiros países do mundo a abolir a pena de morte.

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Feliz do autarca que nada faz

 

Em Portugal, as Autarquias Locais têm, desde 1976, dignidade constitucional. Segundo a lei fundamental, a organização democrática do Estado compreende a existência de Autarquias Locais, sendo estas pessoas colectivas de população e território, dotadas de órgãos representativos, eleitos democraticamente, que visam a prossecução dos interesses próprios, comuns e específicos das respectivas populações.

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Regresso à marmita

 

A atual crise económica e financeira, que tem originado uma descrença quanto ao futuro, tem promovido algumas mudanças nos hábitos dos portugueses, a começar pela troca do almoço no restaurante com o levar para o trabalho a comida preparada em casa. É o regresso do velho hábito de levar a marmita com o almoço para o trabalho, que se tornou “moda” e até uma oportunidade para novos negócios.

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A atividade política é altamente nobre, só que…

 

Os partidos políticos são organizações sociais voluntárias, com caráter de permanência e duração razoável, que lutam pela aquisição e exercício do poder, através de meios legais e democráticos. Para quem defende os valores da liberdade e da democracia, estas organizações são importantes e merecedoras de todo o crédito, desde que estejam ao serviço da felicidade dos cidadãos.

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Sem juventude não há futuro

 

A situação demográfica, verificada a nível mundial nos últimos anos, teve uma explosão, com um aumento de cerca de 80 milhões de habitantes por ano e uma duplicação nos últimos 30 anos, mas tem tendência a implodir. O número de filhos por mulher tem baixado significativamente, passando de 5 há pouco mais de duas décadas, para 2,7 atualmente. As estimativas para esta taxa, em termos médios e mundiais, apontam para 1,5 filhos por mulher.

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