15 -November -2018
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Paradoxos na política

 

A crise que se está a viver, faz aumentar cada vez mais o número de pessoas (já são mais de dois milhões de portugueses), que vivem no limiar da pobreza. É uma triste realidade, que deve envergonhar todos, a começar pelos governantes. As pessoas que fizeram o “pecado capital” de trabalhar e envelhecer e quem tem o estômago vazio, não entendem as falsas promessas de uma vida melhor, que lhe foram “enfiadas” na cabeça, em tempos de campanha eleitoral.

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Para que serve um eleito

 

O povo quando escolhe, em eleições livres, os seus representantes tem como objetivo principal, a escolha de personalidades habilitadas para o cargo a que se candidatam e que sabem interpretar o seu sentir e responder às suas aspirações para o representar dignamente. Ao votar, o povo está a delegar naqueles que pensa serem os mais capacitados para gerir em seu nome. É assim, numa democracia representativa.

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Extinção de Freguesias: sim ou não

 

A Freguesia, durante muitos séculos, teve apenas um papel religioso. Só com o século XIX, em Portugal, depois da Revolução Liberal, é que começaram a ser atribuídas algumas funções civis à Freguesia. Mesmo assim, durante grande parte do século XIX, o poder político hesitou muito se devia ou não reconhecer um papel, na administração pública civil, à Freguesia.

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Um País sem equidade é um País sem qualidade

 

Um dos barómetros, que revela a marcha do desenvolvimento sustentável de um País é a equidade existente no seio da comunidade. Um País sem equidade é um País desequilibrado e sem qualidade de vida. O problema da falta de equidade existente em Portugal é gritante em diversos domínios, desde o social, o económico, o ambiental e o demográfico.

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Portugal está doente e pode morrer da cura

 

A grave crise económica e financeira, que Portugal está a viver há alguns anos a esta parte, é uma forte ameaça à capacidade de manter os níveis de qualidade de vida que os portugueses alcançaram até meados da década passada. Não é que alguma vez tivéssemos conseguido “dar o salto” para se atingir patamares de desenvolvimento, mas pelo menos não éramos considerados um país do terceiro mundo.

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