15 -February -2019
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O país precisa de um consenso nacional. Urgentemente!

 

A taxa de desemprego assustadoramente elevada; o empobrecimento constante, de divergência com o crescimento europeu; a degradação das condições de vida de muitos portugueses, que tem reflexos a nível social; a dívida pública, que é a maior dos últimos 160 anos; a recessão das mais profundas e prolongadas que há memória; tudo isto obriga à construção de um amplo consenso nacional em torno da recuperação, que dê resposta à dramática situação a que o país chegou.

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Uma nova telenovela: “a narrativasocrática”

 

Os canais televisivos exploram, até à exaustão, o filão das telenovelas, que com sotaque ou sem sotaque vão apresentando periodicamente histórias de ficção e enredos de fácil aceitação pelo público. A telenovela tem a característica de ser dividida em capítulos periódicos, em que o capítulo seguinte é a continuação do anterior e o sentido geral do enredo é previsto logo de início, mas o desenrolar e o epílogo não. Assim não é com a nova telenovela, com que a televisão pública brinda os portugueses todas as semanas, “a narrativa socrática”.

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Uma nova governação autárquica para o século XXI, precisa-se!

 

As autarquias locais constituíram sempre, ao longo da sua longa existência, um elemento privilegiado nos diferentes processos de povoamento e ordenamento territorial. Por serem possuidoras de identidade própria e se distribuírem por áreas geográficas dentro das quais evoluem, as autarquias foram-se relacionando e influenciando mutuamente, no decorrer do tempo. As condições naturais favoreciam naturalmente o aparecimento de relações de afinidade entre vizinhanças, assim como entre as autarquias de uma determinada área geográfica.

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Socratinices requentadas do artista da cassete pirata

 

Uma declaração prévia da intenção de escrever sobre José Sócrates: nunca votei nele; nunca acreditei nas suas palavras agridoces de encantar os mais distraídos; não gosto dele como pessoa; não gosto do seu estilo de fazer política; vejo nos seus olhos um olhar de ódio pela vida; vi no discurso da noite da derrota eleitoral, um discurso presidenciável; é minha opinião que foi o pior primeiro-ministro que nos governou em democracia; é o grande culpado, mas não o único, do descalabro das contas públicas; é um político com uma agenda escondida. Mesmo assim, acho que tem todo o direito a defender-se publicamente daquilo que é acusado. É assim a liberdade e a democracia.

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A verborreia inútil das marionetas, salvo-seja!

 

As marionetas são bonecos articulados, direta ou indiretamente animados por mão humana, cuja origem remonta há milhares de anos e deixaram marcas indeléveis desde os momos da antiga Grécia, em festividades romanas e durante a longa Idade Média onde tiveram um papel relevante na celebração da liturgia cristã. Todo o Oriente tem tradições deste boneco e não será difícil descobrir traços de semelhança entre as marionetas da India e o nosso roberto.

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