23 -October -2017
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A humilhação e os insultos à Trofa continuam

O prolongamento da linha do metro de superfície, do ISMAI até à Trofa (prometido há quase duas décadas), infelizmente tem sido um assunto recorrente. É preciso recordar mais uma vez, que uma parte significativa dos trofenses ficou sem o seu meio de transporte tradicional, o comboio que tinham desde 1932 e foi desativado no longínquo ano de 2002, com a promessa de ser construído em quatro anos o metro de superfície, aproveitando o canal existente. Promessa nunca cumprida!

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Intelectual de pacotilha

Na era da pós-verdade, em que a realidade tem muito menos importância do que as crenças pessoais de alguns pseudointelectuais, criadores da ditadura do “politicamente correto”, sobressai a estupidificação através da palavra proferida pelo intelectual de pacotilha, que finge não ver nem ouvir ficando indiferente ao que se passa à sua volta.

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A criatura maquiavélica

Quando Nicolau Maquiavel, um estadista, historiador, diplomata, poeta e músico de origem florentina, escreveu em 1513 “O Príncipe”, provavelmente, nunca imaginou que viria a ser considerado, pelos críticos e historiadores, o fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo facto de ter escrito sobre o Estado e o governo, como realmente são e não como deveriam ser. Até foi criado o conceito de uma pessoa maquiavélica, criado a partir do seu nome, que significa aquela pessoa astuta, maldosa, que age sem escrúpulos, unicamente para atingir os seus fins.

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Sampaio e Cavaco revelaram-se. Finalmente!

Em Portugal, parece que se tornou moda a edição de biografias de ex-Presidentes da República. Talvez porque os seus autores pensavam que as suas biografias poderiam servir de higiene e alívio às suas consciências pesadas, originadas pelas culpas acumuladas ao longo do tempo que exerceram a mais alta magistratura da nação. Sampaio e Cavaco revelaram-se. Finalmente!

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Respostas sociais de excelência

O Estado português deveria assumir por inteiro, a responsabilidade da proteção dos cidadãos mais frágeis da sociedade, principalmente os mais idosos, pois as pessoas pagam os seus impostos, na expetativa de virem a ser protegidos, quando chegarem a uma idade mais avançada. Lamentavelmente, as diferentes governações do país têm privilegiado mais a juventude em detrimento da velhice. 

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