22 -July -2018
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Centelhices

Mário Centeno, o atual ministro das finanças do governo português desde 26/11/2015 e presidente do Eurogrupo eleito em 4/12/2017 é natural de Olhão e licenciado em Economia (1990), mestre em Matemática Aplicada (1998) pelo Instituo Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, e mestre (1998) e doutorado (2000) em Economia pela Harvard Business Scholl da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos da América.

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Em política, o que parece é

O Estado de direito democrático garante os direitos e liberdades fundamentais e a separação e interdependência de poderes visando a realização e aprofundamento da democracia. O Estado deve obediência ao direito, pois cria direito e vincula-se a ele, sendo a justiça a expressão da moralidade do Estado e é ela que legitima o exercício do poder, na medida em que o modera e controla.

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O sentido de Estado que faltou

A atual política doméstica está carente de homens e mulheres com ideias políticas inovadoras, que tenham uma postura responsável e moderna, e um forte sentido de Estado. Muitos dos políticos das últimas gerações, que agora se sentam na cadeira do poder, obviamente não sabem, mas também nunca quiseram saber, o que é o sentido de Estado.

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A desresponsabilização pelo passado

O primeiro-ministro, que é também secretário-geral do partido socialista tem sido bafejado pela sorte por estar a haver uma ligeira retoma económica provocada pela baixa significativa das taxas de juro e pela pujança do comércio internacional. Tudo isto conjugado com uma imprensa muito suave e uma oposição fragilizada tem ajudado António Costa a passar por entre os pingos da chuva nas muitas situações graves que o país tem vivido.

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Nunca um segredo fez tanto ruído

Embora seja um assunto demasiado rebuscado, que a imprensa deu à estampa em muito boa hora para gáudio dos detratores da democracia e da liberdade, não pode ser esquecido o facto de se ter verificado um procedimento no mínimo vergonhoso, por parte da maioria dos partidos políticos com assento parlamentar, na aprovação por maioria da alteração da famigerada lei de financiamento dos partidos. A alteração a esta lei foi aprovada em segredo, sem deixar rasto, fora do escrutínio público, pela calada da época natalícia.

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