22 -July -2018
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As palavras que escrevo

Tenho consciência que não existe uma hora certa para começar a escrever, pois não precisa de ser de manhã, à tarde ou à noite, na segunda ou na quinta feira, no início, no meio ou no final da semana. Quando começo a escrever tenho sempre a sensação que esse é o momento certo e lá chega a sofreguidão de encontrar as palavras certas, palavras inventadas, para darem corpo aos meus pensamentos e realizarem os meus sonhos.

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A saúde está doente

Nesta época do ano, em que as urgências hospitalares estão numa situação caótica, a governação decide não dar respostas, não assumir responsabilidades e faltar a compromissos anteriormente assumidos para com os técnicos de saúde originando uma degradação visível em todos os aspetos nos cuidados de saúde. Por isso é que os profissionais de saúde decidiram mostrar o cartão vermelho ao governo através da marcação de greves para os próximos dias.

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Lutas intestinais nos partidos

A primeira finalidade da existência de um partido político é a procura deliberada da conquista e do exercício do poder, para depois de se instalar no poder passar a ser a manutenção do poder a todo o custo. O partido político que não tenha por objetivo principal a conquista, o exercício e a manutenção do poder é considerado um partido anómalo.

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Sou aquilo que sou

Sou uma pessoa que caminha, e às vezes vagueia neste mundo cheio de injustiças e tiranias que fazem dilacerar o coração, seguindo os meus princípios, as minhas crenças, os meus valores, os meus ideais, mesmo que isso vá contra a corrente das pessoas que caminham a meu lado. Sou um livro aberto que pode ser lido à vontade, porém com algumas páginas arrancadas e outras em branco para serem preenchidas, por isso às vezes só possa ser compreendido nas entrelinhas das quimeras que povoam em mim.

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Viver a vida até à despedida

Nos tempos acelerados e conturbados em que vivemos, a falta de tempo é a justificação para a ostracização de muitas pessoas que deram à família, à comunidade, ao país, ao mundo, quase tudo que tinham para dar. Muitas dessas pessoas que estão vulneráveis e quase a deixar o seu legado à vida, só lhes restam a saudade em que as suas lágrimas se afogam numa espécie de rio que nasce da solidão e desagua no mar revolto da tristeza.

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