27 -February -2020
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A maioria silenciosa faz muito barulho

Nas eleições legislativas 2019, a abstenção atingiu um valor recorde de 45,5%, mais do que verificado nas eleições legislativas anteriores (44,1%) e muito inferior ao verificado nas eleições europeias 2019 (69%). No passado dia 6 de outubro foram muitos os portugueses que não quiseram ser representados na Assembleia da República e optaram por não ir votar (4,3 milhões) ou votaram em branco (130 mil) ou votaram nulo (89 mil).

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É preciso repensar ou mesmo refundar a direita

Os resultados eleitorais das últimas eleições legislativas foram desastrosos para os partidos políticos que se posicionam no centro e na direita do espectro político português, principalmente para o CDS-PP que teve uma hecatombe eleitoral (4,25%) e para o PSD que teve mais uma derrota histórica (27,9%). Não vale a pena meter a cabeça na areia, como a avestruz, pois os resultados estão à vista de todos e já foram mais que escrutinados pela opinião pública.

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Não, não é obrigatório, mas vou votar!

Nos diferentes atos eleitorais realizados, desde que foi implantada a democracia em 1974, os portugueses têm vindo a engordar os níveis de abstenção, com o record a ser batido nas últimas eleições para o parlamento europeu, em que só um terço dos eleitores se deslocou às mesas de voto para exercer o ato de cidadania. Os maiores abstencionistas já não são só os jovens, pois a tendência da abstenção está a alastrar das gerações mais jovens para a faixa etária dos 30 aos 44 anos, mas também continua a aumentar nas classes sociais mais baixas da população.

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Não existe um único caso de sucesso socialista

Todas as experiências repetidas de governação à esquerda, seja ela mais ou menos moderada, a história diz que nunca deram bom resultado para as pessoas, pois deixaram sempre o país às portas da bancarrota, senão mesmo na bancarrota. Depois de um primeiro mandato de sucesso aparente, no segundo mandato veio o desastre económico, social e político.

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A quem não vou emprestar o meu voto

Estou convocado para no dia 6 de outubro ir votar nas eleições legislativas, para eleger a Assembleia da República, a sede da democracia, o órgão representativo de todos os cidadãos portugueses. A Assembleia da República desempenha um importante papel na democracia, pois engloba os nossos legítimos representantes, em quem abdicamos a favor da causa pública e neles depomos o poder da construção normativa à qual, posteriormente, nos iremos submeter.

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