16 -December -2019
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Não existe um único caso de sucesso socialista

Todas as experiências repetidas de governação à esquerda, seja ela mais ou menos moderada, a história diz que nunca deram bom resultado para as pessoas, pois deixaram sempre o país às portas da bancarrota, senão mesmo na bancarrota. Depois de um primeiro mandato de sucesso aparente, no segundo mandato veio o desastre económico, social e político.

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Não, não é obrigatório, mas vou votar!

Nos diferentes atos eleitorais realizados, desde que foi implantada a democracia em 1974, os portugueses têm vindo a engordar os níveis de abstenção, com o record a ser batido nas últimas eleições para o parlamento europeu, em que só um terço dos eleitores se deslocou às mesas de voto para exercer o ato de cidadania. Os maiores abstencionistas já não são só os jovens, pois a tendência da abstenção está a alastrar das gerações mais jovens para a faixa etária dos 30 aos 44 anos, mas também continua a aumentar nas classes sociais mais baixas da população.

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Só Lisboa é que está contra a regionalização. Obviamente!

A existência de regiões administrativas em Portugal está prevista na Constituição da República de 1976 (artigo 238º), mas a regionalização nunca foi instituída e passou a estar sujeita a referendo na revisão constitucional de 1997. Desde o referendo de novembro de 1998, em que o «não» teve uma maioria (63,51% contra 36,49% do «sim», com uma abstenção elevada de 51,7%, correspondente a perto de 4,5 milhões de portugueses, que ficaram em casa e não foram votar), são cada vez mais os portugueses que têm vindo a abraçar a causa da regionalização, que beneficiaria todas as pessoas de todas as regiões.

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A quem não vou emprestar o meu voto

Estou convocado para no dia 6 de outubro ir votar nas eleições legislativas, para eleger a Assembleia da República, a sede da democracia, o órgão representativo de todos os cidadãos portugueses. A Assembleia da República desempenha um importante papel na democracia, pois engloba os nossos legítimos representantes, em quem abdicamos a favor da causa pública e neles depomos o poder da construção normativa à qual, posteriormente, nos iremos submeter.

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Portugal merece (bem) diferente e merece (muito) melhor

A legislatura chegou ao fim e este é o momento de se analisar os quatro anos de governação socialista, que teve uma conjuntura financeira internacional muito favorável e uma maioria formada de partidos dóceis, a “geringonça”, a apoiar a sua governação, para além de terem tido uma oposição incapaz de se impor como verdadeira alternativa. Eis algumas ilações que podem ser tiradas das promessas não realizadas, que o PS fez há quatro anos:

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