17 -December -2017
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O trilema das autárquicas

Aproxima-se o dia em que os cidadãos vão ser mais uma vez convidados a exercer o seu direito de voto, que é um direito pessoal, direto, secreto, presencial e universal, mas também é um dever cívico significativo, pois assenta numa considerável responsabilidade de cidadania. No próximo dia 1 de outubro, os portugueses vão ser solicitados a colocar uma cruz no boletim de voto, neste caso em dose tripla – câmara municipal, assembleia municipal e assembleia de freguesia.

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A cidadania é fixe

A cidadania atribui aos cidadãos os direitos e deveres que estão consignados na nossa lei e que, recentemente, foram alargados ao serem consagrados de forma relevante no projeto da Constituição Europeia, que remonta ao Tratado de Maastricht de 1992, cujo artigo 1º consagra plenamente a cidadania europeia, ao afirmar-se que a União é "inspirada na vontade dos cidadãos e dos Estados da Europa de construírem o seu futuro comum". É a Europa, enquanto projeto comum de várias nações e povos.

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Bitaite pós-moderno

Este ano não vamos ter a “silly season” (época de escassez de notícias), porque não vai ser possível o abrandamento da atividade política, em virtude de estar próxima a data das eleições autárquicas e não consentir que os políticos gozem as suas férias nem permitir que possam ir a banhos, a não ser para fazerem umas pequenas incursões pelas nossas praias, para fazerem campanha. Os políticos já se encontram na estrada a propagandearem as suas propostas, pois o ato eleitoral é no próximo dia 1 de outubro, que é já ali ao virar da esquina.

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Independentes não. Dissidentes!

Para as próximas eleições autárquicas há candidaturas para todos os gostos: partidos políticos, coligações partidárias, movimentos políticos locais (alguns a cheirar a um passado bafiento de putrefação) e independentes (puros, camuflados ou “camaleónicos”). Os movimentos políticos locais podem ser uma boa solução para combater a descrença e o absentismo que grassa na política, desde que não sejam o abrigo do ódio, da mentira, dos interesses obscuros, nem dos mentecaptos da política que se pintam de independentes. 

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António Costa e as suas matreirices

O homem que está ao leme da governação do país é um político profissional com uma longa história nos meandros do poder e no partido que milita desde a adolescência. Foi na juventude partidária que aprendeu a arte da guerrilha, a manipulação de factos, o uso de trocadilhos na comunicação, as retiradas estratégicas e o abuso de truques de marketing político, que o leva a afirmar que o mérito é seu quando as coisas correm bem, mas a culpa é dos outros ou do seu antecessor quando as coisas correm mal.

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