27 -February -2020
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Que o espírito de Natal se prolongue para todo o sempre

O frenesim provocado pela compra das prendas, o gosto em decorar a casa, o prazer em ver as ruas iluminadas, as músicas que passam na rádio, os anúncios que se veem na televisão, tudo isto alimenta o espírito de Natal. Mas também as visitas que se fazem, as rotinas que se alteram, as mensagens que se enviam, os telefonemas que se fazem, os desejos que se trocam e a vontade de estar rodeado pelos entes queridos.

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A essência do Natal

O Natal é um feriado religioso cristão originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte. É o ponto de viragem das trevas para a luz, o renascimento do Sol, pois é a partir desse dia, que o sol fica visível no céu cada vez mais tempo, até ao auge do verão. 

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Afinal não se virou a página da austeridade

Já lá vão mais de 4 anos que o atual primeiro-ministro António Costa afirmou vaidosamente, que foi o governo PS (leia-se governo da “geringonça”) que virou a página da austeridade. Numa entrevista recente, António Costa (um mestre das artes circenses) afirmou mais uma vez, com o desplante que o caracteriza, que foi virada a página da austeridade.

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Gretas climáticas

As alterações climáticas estão na agenda do dia e constituem um dos maiores desafios do mundo atual, pois as ameaças que estão a ser exercidas ao planeta Terra e aos seus habitantes são preocupantes e terão um forte impacto nos nossos vindouros. Só que o folclore criado à volta das alterações climáticas apenas serve para ficar tudo como está e para alimentar agendas políticas ocultas de quem adora poluir as mentes alheias com lixo tóxico.

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Os portugueses não são racistas nem xenófobos

Sem grandes recursos humanos e financeiros, Portugal deu novos mundos ao mundo e construiu um império, sem ter necessidade de escorraçar as populações indígenas nem criar qualquer tipo de apartheid, como fizeram outros povos europeus. Os nossos antepassados atravessaram oceanos e rumaram às Américas, a África e à Asia integrando-se naturalmente nas comunidades locais, como ainda hoje fazem os nossos compatriotas espalhados pelo mundo, que respeitam as pessoas, a cultura e as leis locais.

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