23 -October -2017
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Glória aos vencedores e honra aos vencidos

Desde o dia 25 de abril de 1974 até ao dia 1 de outubro de 2017, decorreram mais de 43 anos e os portugueses foram chamados a votar livremente, por 44 vezes em diversos atos eleitorais, 11 das quais em eleições autárquicas. Em eleições livres e democráticas, os votos depositados por cada cidadão eleitor na urna são emprestados aos candidatos que concorreram às eleições e foram eleitos, com a obrigatoriedade de gerirem o melhor possível esse voto, no período e no cargo que vão exercer ao longo do mandato. 

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Assim se cumpre Abril

Marchando ao som ritmado de cantigas transmitidas através da rádio, os militares saíram das casernas para serem os atores principais do golpe militar de 25 de abril de 1974, que derrubou o regime político autoritário do Estado Novo que vigorou no país durante 41 anos. Foram militares dos vários ramos que devolveram a liberdade ao país, como também foram militares, através de um pronunciamento de cariz nacionalista e antiparlamentar, que derrubaram em 1926 a Primeira República e abriu as portas à ditadura implantada em 1933.

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A cidadania é fixe

A cidadania atribui aos cidadãos os direitos e deveres que estão consignados na nossa lei e que, recentemente, foram alargados ao serem consagrados de forma relevante no projeto da Constituição Europeia, que remonta ao Tratado de Maastricht de 1992, cujo artigo 1º consagra plenamente a cidadania europeia, ao afirmar-se que a União é "inspirada na vontade dos cidadãos e dos Estados da Europa de construírem o seu futuro comum". É a Europa, enquanto projeto comum de várias nações e povos.

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O trilema das autárquicas

Aproxima-se o dia em que os cidadãos vão ser mais uma vez convidados a exercer o seu direito de voto, que é um direito pessoal, direto, secreto, presencial e universal, mas também é um dever cívico significativo, pois assenta numa considerável responsabilidade de cidadania. No próximo dia 1 de outubro, os portugueses vão ser solicitados a colocar uma cruz no boletim de voto, neste caso em dose tripla – câmara municipal, assembleia municipal e assembleia de freguesia.

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Independentes não. Dissidentes!

Para as próximas eleições autárquicas há candidaturas para todos os gostos: partidos políticos, coligações partidárias, movimentos políticos locais (alguns a cheirar a um passado bafiento de putrefação) e independentes (puros, camuflados ou “camaleónicos”). Os movimentos políticos locais podem ser uma boa solução para combater a descrença e o absentismo que grassa na política, desde que não sejam o abrigo do ódio, da mentira, dos interesses obscuros, nem dos mentecaptos da política que se pintam de independentes. 

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