22 -September -2019
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A quem não vou emprestar o meu voto

Estou convocado para no dia 6 de outubro ir votar nas eleições legislativas, para eleger a Assembleia da República, a sede da democracia, o órgão representativo de todos os cidadãos portugueses. A Assembleia da República desempenha um importante papel na democracia, pois engloba os nossos legítimos representantes, em quem abdicamos a favor da causa pública e neles depomos o poder da construção normativa à qual, posteriormente, nos iremos submeter.

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Só Lisboa é que está contra a regionalização. Obviamente!

A existência de regiões administrativas em Portugal está prevista na Constituição da República de 1976 (artigo 238º), mas a regionalização nunca foi instituída e passou a estar sujeita a referendo na revisão constitucional de 1997. Desde o referendo de novembro de 1998, em que o «não» teve uma maioria (63,51% contra 36,49% do «sim», com uma abstenção elevada de 51,7%, correspondente a perto de 4,5 milhões de portugueses, que ficaram em casa e não foram votar), são cada vez mais os portugueses que têm vindo a abraçar a causa da regionalização, que beneficiaria todas as pessoas de todas as regiões.

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Um novo Tiananmen em Hong Kong

A China é o país mais populoso e uma das nações mais antigas do mundo, cujo sistema político era baseado em monarquias hereditárias, as famosas dinastias, que tiveram o seu início por volta do ano 2000 a.C. e terminaram em 1911, quando surge a República da China. Após o fim da Segunda Grande Guerra tem início a Guerra Civil Chinesa, entre 1946 e 1949. O Partido Comunista chega ao poder e proclama, em 1 de outubro de 1949, na Praça de Tiananmen, em Pequim, a República Popular da China.

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Portugal merece (bem) diferente e merece (muito) melhor

A legislatura chegou ao fim e este é o momento de se analisar os quatro anos de governação socialista, que teve uma conjuntura financeira internacional muito favorável e uma maioria formada de partidos dóceis, a “geringonça”, a apoiar a sua governação, para além de terem tido uma oposição incapaz de se impor como verdadeira alternativa. Eis algumas ilações que podem ser tiradas das promessas não realizadas, que o PS fez há quatro anos:

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Homem branco, cisgénero e heterossexual. Assumidamente!

Nestes tempos tão conturbados para a humanidade, em que o desrespeito pelos direitos fundamentais das pessoas são uma constante colocando em perigo os mais elementares princípios e a salvaguarda da dignidade humana é urgente que se abram as portas ao pensamento livre. Por isso vou entrar na agenda política dos intelectuais de pacotilha que implementaram a agenda da ideologia do género e conseguiram substituir a palavra sexo por género, mas também querem ser os donos da verdade e até inventaram o politicamente correto.

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